caso de perseguição, que envolve também prisão arbitrária e monitoramento pelos serviços de informação da ditadura, foi o de Geralda de Brito Oliveira, conhecida como Dona Geralda, nascida em 27/05/1941. As violações ocorreram na região de Arinos, no Noroeste de Minas Gerais, onde ela vivia com a família humilde de trabalhadores rurais. Mesmo sem instrução formal, Dona Geralda trabalhava como professora rural desde 1969, lecionando para crianças da comunidade em uma escolinha localizada na Fazenda Menino.

Série: perseguição política no campo

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