A Faculdade de Ciências Econômicas (FACE) foi aquela que teve o maior número de estudantes indiciados e incursos no Decreto-Lei 477 na UFMG. Mesmo com o aumento da repressão a partir da promulgação do AI-5 e do Decreto 477, as reivindicações e manifestações de resistência democrática estudantil não foram totalmente paralisadas

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