Os casos são apresentados com a identificação do genitor, de seu percurso na militância política contra a ditadura militar e das penas que sofreu naquele período. Após esta identificação, é relatado o que o filho viveu naquela época, a partir do que a sua memória registra. Tais relatos memorialísticos foram obtidos por meio de oitivas com os filhos, realizadas pela Covemg ou pela obtenção de relatos escritos encaminhados pelos filhos à Covemg, ou ainda, pela utilização de relatos apresentados em documentos de outras comissões da verdade que foram a público, como é o caso do livro “Infância Roubada: crianças atingidas pela Ditadura Militar no Brasil”, publicado pela Comissão da Verdade do Estado de São Paulo - Rubens Paiva, em parceria com a Assembleia Legislativa daquele estado.

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